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Oficina: Viajar de Bicicleta

Na Bicicletaria Cultural (Curitiba), dia 25/06 às 19h

 

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Serigrafia

No espaço em que ficamos em Pelotas, existia um estúdio caseiro de serigrafia. Eu já havia feito planos de confeccionar uma mesa de luz, mas não tinha muita ideia nem de como lidar com ela. Nesse lugar, porém, em menos de uma hora de conversa, já tínhamos aprendido todo o processo, desde a montagem da mesa e telas, até a marcação no tecido (com direito a demonstração).

Repassamos aqui o que aprendemos:

Mesa: Uma estrutura bem simples, pode ser montada em cima de um caixote de feira, ou em um vaso de barro. O importante é que todos os lados que circundam a lâmpada, exceto a parte de cima, estejam vedados. A parte de cima é coberta com um vidro. A lâmpada deve ser de 250 a 500W.

Tela: Pode ser feita de voal bem esticado, com as bordas presas em uma armação de madeira.

Queima da tela: A arte escolhida deverá ser impressa em uma folha de papel vegetal ou em uma folha comum besuntada posteriormente de óleo de cozinha, para que fique semi-transparente. Será preciso emulsão fotográfica verde e sensibilizante serifoto, misturados na proporção de 9 para 1 – como a quantidade é pequena, a medida pode ser feita em colheres de chá. A partir daqui, todo o processo deve ser feito em local vedado da luz (é possível fazer a vedação, por exemplo, com cobertores nos vãos da porta). Como iluminação, deve ser usado luz negra ou luz vermelha. A mistura deve ser espalhada na tela com uma espátula de plástico. Não é necessário derrubar muito líquido, o importante é que ele fique bem espalhado dos dois lados. Depois disso, posiciona-se a arte no centro da mesa de vidro e coloca-se a tela em cima. Liga-se a luz da mesa durante 6 minutos. Agora, a tela marcada tem que ser lavada com um jatinho leve de água. A lavagem já pode ser feita em contato com a luz. Depois de lavada, a tela deve secar naturalmente ou com o auxílio de um secador de cabelo, até não grudar.

Marcação do tecido: Usa-se tinta de tecido comum, espalhada na tela com espátula de plástico. Não precisa de muita tinta, um pouquinho já pode ser usado por várias vezes.

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Telegráfica de Montevideo

Pessoal,

Estamos em Montevideo desde miércoles passado e já conhecemos um bom bocado da cidade. As pessoas que conhecemos têm nos ajudado bastante, mas estamos num lugar muito distante de tudo. Isso dificulta a comunicação e consequentemente a atualização do blog.

Queremos pegar novamente a estrada na terça-feira em direção a Colônia e Fray Bentos, para finalmente entrar na Argentina.

Rambla de Montevideo

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Rota: atualizado!

Pessoal,

A página “Rota” foi atualizada com uma descrição sussinta sobre a condição das estradas que passamos. Sabemos que no final das contas os ciclistas, como nós também, querem saber se dá ou não para passar por tal lugar, então fomos breves.

Colocamos também um mapinha com os trajetos já percorridos para uma visualização rápida. Caso se queira navegar pelas rotas, saber por qual beco passamos, então é só clicar nele.

Um abraço de Punta del Diablo.

Aqui tivemos que saltar!

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Chapati

Através da conversa que tivemos com a Chica, cicloviajante que esteve pedalando sozinha na Patagônia chilena e argentina, conhecemos uma receita muito interessante para acampamento. Eu já conhecia uma receita de escoteiro chamada pão de caçador, onde ia apenas farinha, água e sal. Esta que estamos fazendo é mais completa, porém igualmente simples. Tiramos a base do que a Chica nos falou e acrescentamos mais umas coisinhas.

Eis a receita: duas medida de farinha de trigo integral, uma medida de aveia, uma colherinha de sal, quatro de açúcar, meia medida de coco ralado e meia medida de água.

Preparo: misturar tudo e espalhar pela frigideira (só testamos nessas com teflon). Esperar um pouco sem mexer até formar uma casquinha. Parece que vai grudar, mas não, chega um momento que mexendo a frigideira ela descola sozinha.

Dá para acrescentar ainda cevada, linhaça, uva passa, amendoim quebrado, semente de girassol, fermento, etc. Um melzinho por cima fecha que é uma beleza.

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Nova página: Faça!

A página será uma coleção de ações no estilo “faça você mesmo” que desenvolvemos ou que aprendemos durante a viagem. Pretendemos que tenha de tudo, desde bioconstrução até culinária. Os equipamentos que fizemos para esta viagem também estarão lá, claro. Mas é preciso paciência, pois leva tempo organizar e diagramar legal essas informações.

Inauguramos o espaço com a receita de uma pedaleira.

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Oficina sobre viajar de bicicleta

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